Parte importante da atuação internacional do STJ é contribuir para o funcionamento das redes de cooperação jurídica internacional.
Pautadas por uma atuação sem caráter burocrático, elas visam facilitar a cooperação entre os Estados que as integram, provendo informações jurídicas capazes de auxiliar o desempenho de autoridades nacionais.
Atualmente, o Brasil faz parte de várias redes de cooperação jurídica internacional:
Essas redes foram criadas no âmbito de organizações regionais, em conseqüência de acordos multilaterais de auxílio jurídico mútuo.
O Brasil figura, ainda, como membro do Centro de Estudos Judiciários das Américas - CEJA, cujo objetivo é fomentar e auxiliar os processos de reforma e modernização jurídica dos países membros da Organização dos Estados Americanos.