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CJF
2017-09-21 21:19:00.0 2017-09-21 21:19:00.0

Ministro Raul Araújo é o novo corregedor-geral da Justiça Federal

O ministro Raul Araújo, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), tomou posse nesta quinta-feira (21) no cargo de corregedor-geral da Justiça Federal, para o biênio 2017-2019. Ele substituirá o ministro Mauro Campbell Marques.

A solenidade de posse aconteceu no auditório do Conselho da Justiça Federal (CJF), em Brasília, e foi conduzida pela presidente do STJ e do CJF, ministra Laurita Vaz. Diversas autoridades do meio jurídico também prestigiaram o evento.

A presidente destacou o brilhantismo da gestão do ministro Mauro Campbell Marques e disse ter a certeza de que os próximos dois anos não serão diferentes.

Ao se dirigir ao ministro Raul Araújo, Laurita Vaz destacou seu notório apreço pela atividade judicante, bem como seu destacado talento e sua respeitável trajetória profissional. “Estou certa de que este conselho, assim como todas as instituições integrantes da Justiça Federal, poderá contar com suas especiais qualidades para uma administração profícua”, disse a ministra.

Atribuições

O cargo de corregedor-geral pertence à estrutura do CJF, órgão que supervisiona a Justiça Federal de primeira e segunda instâncias, nas áreas orçamentária e administrativa. Entre outras competências, o corregedor-geral realiza inspeções e correições ordinárias nos tribunais regionais federais, exerce a fiscalização e o controle da Justiça Federal de primeiro e segundo graus, assim como a supervisão técnica e o controle da execução das deliberações do CJF.

Também cabe ao corregedor-geral exercer a presidência da Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais (TNU), do Conselho das Escolas da Magistratura Federal (Cemaf) e do Fórum Permanente de Corregedores da Justiça Federal, além de dirigir o Centro de Estudos Judiciários (CEJ) do CJF e de coordenar a Comissão Permanente dos Coordenadores dos Juizados Especiais Federais.

Norte

Em seu discurso de posse, o novo corregedor assegurou que o Norte de sua atuação na corregedoria será a defesa da magistratura e que fará questão de “conhecer de perto os cinco Tribunais Regionais Federais, percorrer as Seções Judiciárias pelo Brasil, conversar com os juízes e servidores, desvendar problemas e encontrar soluções”.

A delicada situação dos presídios federais do país também foi destacada como prioridade por Raul Araújo, assim como a importância do aprimoramento intelectual e funcional dos magistrados e servidores da Justiça Federal.

Ao encerrar seu discurso, ele falou ainda da satisfação de receber o cargo de corregedor-geral das mãos do ministro Campbell e do exemplo de retidão do antecessor, “um magistrado completo, jurista de escol, honrado, competente e dinâmico gestor, cidadão exemplar e homem de família”.

Despedida

Ao se despedir do cargo, Mauro Campbell Marques afirmou que “não há gestão pública sob o mando de um único gestor”. Ele elogiou e agradeceu o trabalho desenvolvido pela equipe de juízes e servidores com quem atuou nesses dois anos e se comprometeu a disponibilizar no site do CJF um campo com todos os dados de seu biênio como corregedor-geral.

O ministro também teceu vários elogios a seu sucessor. Ele destacou a competência e o amplo conhecimento em gestão pública de Raul Araújo, qualidades que, segundo Campbell, prenunciam uma gestão ainda mais produtiva.
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