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Em evento sobre auditoria nos tribunais, presidente do STJ exalta eficiência e transparência do Judiciário
 
 
20/10/2021 08:40

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O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Conselho da Justiça Federal (CJF), ministro Humberto Martins, afirmou nesta terça-feira (19) que o Poder Judiciário brasileiro está unido em favor da gestão eficiente e transparente dos recursos públicos, por meio da evolução constante dos sistemas de auditoria.
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A afirmação foi feita na abertura da primeira edição do Fórum Permanente de Auditoria do Poder Judiciário, evento virtual realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com programação até esta sexta-feira (22). O objetivo é promover o debate do cenário atual e do futuro das atividades de auditoria, com foco na melhoria dos processos de gerenciamento de riscos, controles internos, integridade e governança.

Em seu discurso, o presidente do STJ destacou também a importância da auditoria para a atuação estratégica da corte a médio e longo prazos: "Essa atividade auxilia o tribunal a cumprir seus objetivos estratégicos, por meio de uma abordagem sistemática e disciplinada para avaliar e aperfeiçoar a governança, o gerenciamento de riscos e os controles internos".

Auditoria fortalece o enfrentamento à corrupção e a eficiência do gasto público

Anfitrião do evento, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, ministro Luiz Fux, ressaltou que o aperfeiçoamento das ferramentas de auditoria nas instituições é fundamental para o combate à corrupção – fenômeno que, segundo Fux, resultou em perdas humanas na pandemia.

 "A corrupção significa a falta de um leito no hospital, de uma merenda na escola e de saneamento, o que levou essa população carente e abandonada a morrer, em números alarmantes, em decorrência da Covid-19", declarou.

Também presente à abertura, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas – um dos palestrantes do encontro – defendeu o papel da auditoria para otimizar a aplicação de recursos públicos em um contexto de crise econômica e fiscal.

"Atualmente, o possível no Brasil é trabalhar com o orçamento limitado que temos e, a partir disso, extrair o máximo em benefício da população", disse ele.